Gosto de imaginar que ilhas significam-se ― fazem-se dizer por signos ― mediante barcos que se aventuram nas águas que as separam, mas também as unem: as águas podem ser oceânicas ou simples veredas, salgadas ou doces, profundas, turbulentas e mais difíceis de navegar, ou arroios cristalinos que escorrem transparentes entre pedras e vegetação de grande frescor. Os barcos, as palavras. E tudo o mais que diz respeito à palavra afeto, no sentido de afetar, atravessar. Escrever e ler são pontas de ilhas que se fazem significar ― os trajetos dependem dos barcos, das ilhas, das águas que as separam. Este blog não pretende nada, exceto lançar barcos que eventualmente alcancem outras ilhas. Barquinhos de papel.


quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

ESO premia imagens de amadores (2010)

A imagem vencedora mostra o complexo nebuloso M78 em Orion
Foto: Igor Chekalin/ESO/Divulgação[conferir as imagens premiadas aqui, aqui ou aqui]

5 comentários:

Jamil S.P. disse...

Uau!

Mariana disse...

maravilhosa essa imagem!

Zé alberto disse...

Sempre que vejo as imagens do espaço, que a Mariana aqui deixa, me lembro, lembro sempre, da musica "Watcher of the Skyes" dos Genesis.

abraço.

Mariana disse...

Bonita a música, não conhecia, vou ouvir com mais vagar. Sempre associei ao "Yes" esse lado mais "esotérico".

O curioso é que a música fala do observador do céu, que pode ser um astrônomo, ou um astrofísico. São criaturas bastante interessantes.

E gosto sempre de lembrar da minha insignificância, ao pensar na vastidão quase infinita do espaço.

Abraço.

Mariana disse...

Lado mais "cósmico", melhor dizendo.