Gosto de imaginar que ilhas significam-se ― fazem-se dizer por signos ― mediante barcos que se aventuram nas águas que as separam, mas também as unem: as águas podem ser oceânicas ou simples veredas, salgadas ou doces, profundas, turbulentas e mais difíceis de navegar, ou arroios cristalinos que escorrem transparentes entre pedras e vegetação de grande frescor. Os barcos, as palavras. E tudo o mais que diz respeito à palavra afeto, no sentido de afetar, atravessar. Escrever e ler são pontas de ilhas que se fazem significar ― os trajetos dependem dos barcos, das ilhas, das águas que as separam. Este blog não pretende nada, exceto lançar barcos que eventualmente alcancem outras ilhas. Barquinhos de papel.


segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

vitória-es, sábado, 28/01/2012, vista da praia de camburi

2 comentários:

Cristiano Marcell disse...

Nossa! Fui à praia de Camburi há muitíssimo tempo. Acho que tinha uns doze anos de idade!

Continua bonito esse lugar!

Mariana disse...

é uma praia maravilhosa para fim de tarde.