Gosto de imaginar que ilhas significam-se ― fazem-se dizer por signos ― mediante barcos que se aventuram nas águas que as separam, mas também as unem: as águas podem ser oceânicas ou simples veredas, salgadas ou doces, profundas, turbulentas e mais difíceis de navegar, ou arroios cristalinos que escorrem transparentes entre pedras e vegetação de grande frescor. Os barcos, as palavras. E tudo o mais que diz respeito à palavra afeto, no sentido de afetar, atravessar. Escrever e ler são pontas de ilhas que se fazem significar ― os trajetos dependem dos barcos, das ilhas, das águas que as separam. Este blog não pretende nada, exceto lançar barcos que eventualmente alcancem outras ilhas. Barquinhos de papel.


sábado, 14 de abril de 2012

aquila

imagem daqui

3 comentários:

Cristiano Marcell disse...

Bom dia, caríssima amiga!

Primeiramente; você fez a foto? Ficou muito boa!
Lembrei de um filme chamado "O feitiço de Áquila". sou simplesmente apaixonado por essa história!

Muita paz!

Mariana disse...

Cristiano, não, não é minha: eu teria que ter outro tipo de equipamento para fazer uma imagem dessas, além de know-how... e, falando metaforicamente, visitar o terreno das águias. Abraço.

Cristiano Marcell disse...

Deixe de modéstia! Você não possui o equipamento! Know-how, certamente você tem!