The Scream from Sebastian Cosor on Vimeo.
Gosto de imaginar que ilhas significam-se ― fazem-se dizer por signos ― mediante barcos que se aventuram nas águas que as separam, mas também as unem: as águas podem ser oceânicas ou simples veredas, salgadas ou doces, profundas, turbulentas e mais difíceis de navegar, ou arroios cristalinos que escorrem transparentes entre pedras e vegetação de grande frescor. Os barcos, as palavras. E tudo o mais que diz respeito à palavra afeto, no sentido de afetar, atravessar. Escrever e ler são pontas de ilhas que se fazem significar ― os trajetos dependem dos barcos, das ilhas, das águas que as separam. Este blog não pretende nada, exceto lançar barcos que eventualmente alcancem outras ilhas. Barquinhos de papel.
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quinta-feira, 5 de julho de 2012
terça-feira, 15 de março de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Fabuloso!
Um dos momentos mais intensos que vivi na docência foi quando um grupo de alunos do Ensino Médio colocou O grito para gritar. Naquela mesma noite O grito se fez ouvir em meus pesadelos (afora outros gritos, quem sabe abafados).
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