Gosto de imaginar que ilhas significam-se ― fazem-se dizer por signos ― mediante barcos que se aventuram nas águas que as separam, mas também as unem: as águas podem ser oceânicas ou simples veredas, salgadas ou doces, profundas, turbulentas e mais difíceis de navegar, ou arroios cristalinos que escorrem transparentes entre pedras e vegetação de grande frescor. Os barcos, as palavras. E tudo o mais que diz respeito à palavra afeto, no sentido de afetar, atravessar. Escrever e ler são pontas de ilhas que se fazem significar ― os trajetos dependem dos barcos, das ilhas, das águas que as separam. Este blog não pretende nada, exceto lançar barcos que eventualmente alcancem outras ilhas. Barquinhos de papel.
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domingo, 13 de outubro de 2013
sábado, 10 de agosto de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
domingo, 14 de outubro de 2012
terça-feira, 17 de julho de 2012
segunda-feira, 27 de junho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
Ney Matogrosso: O Último Dia
Essa música do Paulinho Moska eu não me esqueço, embora não a tenha escutado tanto. Mas ouvi.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Ode aos Ratos (Edu Lobo / Chico Buarque)
E na interpretação de Chico Buarque, no show Carioca (Belo Horizonte).
domingo, 10 de abril de 2011
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
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