Gosto de imaginar que ilhas significam-se ― fazem-se dizer por signos ― mediante barcos que se aventuram nas águas que as separam, mas também as unem: as águas podem ser oceânicas ou simples veredas, salgadas ou doces, profundas, turbulentas e mais difíceis de navegar, ou arroios cristalinos que escorrem transparentes entre pedras e vegetação de grande frescor. Os barcos, as palavras. E tudo o mais que diz respeito à palavra afeto, no sentido de afetar, atravessar. Escrever e ler são pontas de ilhas que se fazem significar ― os trajetos dependem dos barcos, das ilhas, das águas que as separam. Este blog não pretende nada, exceto lançar barcos que eventualmente alcancem outras ilhas. Barquinhos de papel.
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quinta-feira, 23 de maio de 2019
terça-feira, 30 de agosto de 2016
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
segunda-feira, 31 de março de 2014
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
domingo, 27 de outubro de 2013
sábado, 10 de agosto de 2013
terça-feira, 6 de agosto de 2013
sábado, 30 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
homem elegante
"você tem a coisa mais preciosa que existe: candura"
(clarice lispector dirigindo-se a chico buarque)
sábado, 2 de fevereiro de 2013
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
sábado, 10 de novembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
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