Gosto de imaginar que ilhas significam-se ― fazem-se dizer por signos ― mediante barcos que se aventuram nas águas que as separam, mas também as unem: as águas podem ser oceânicas ou simples veredas, salgadas ou doces, profundas, turbulentas e mais difíceis de navegar, ou arroios cristalinos que escorrem transparentes entre pedras e vegetação de grande frescor. Os barcos, as palavras. E tudo o mais que diz respeito à palavra afeto, no sentido de afetar, atravessar. Escrever e ler são pontas de ilhas que se fazem significar ― os trajetos dependem dos barcos, das ilhas, das águas que as separam. Este blog não pretende nada, exceto lançar barcos que eventualmente alcancem outras ilhas. Barquinhos de papel.
Mostrando postagens com marcador música: Legião Urbana. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador música: Legião Urbana. Mostrar todas as postagens
sábado, 21 de outubro de 2017
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
segunda-feira, 2 de junho de 2014
quinta-feira, 13 de março de 2014
sábado, 26 de janeiro de 2013
wagner moura homenageando renato russo no filme vip's
aqui "será" me performance rara.
pode ser viagem minha, mas renato russo falava de amor em estado de graça.
sábado, 18 de agosto de 2012
quinta-feira, 7 de junho de 2012
sábado, 2 de junho de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de junho de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Há Tempos (Legião Urbana): parece cocaína, mas é só tristeza...
Uns tomam éter, outros cocaína.
Eu já tomei tristeza, hoje tomo alegria.
Manuel Bandeira, versos iniciais do poema "Não sei dançar", que abre Libertinagem (In: Estrela da vida inteira, 20. ed, Nova Fronteira, 1993, p.125).
Assinar:
Postagens (Atom)