Gosto de imaginar que ilhas significam-se ― fazem-se dizer por signos ― mediante barcos que se aventuram nas águas que as separam, mas também as unem: as águas podem ser oceânicas ou simples veredas, salgadas ou doces, profundas, turbulentas e mais difíceis de navegar, ou arroios cristalinos que escorrem transparentes entre pedras e vegetação de grande frescor. Os barcos, as palavras. E tudo o mais que diz respeito à palavra afeto, no sentido de afetar, atravessar. Escrever e ler são pontas de ilhas que se fazem significar ― os trajetos dependem dos barcos, das ilhas, das águas que as separam. Este blog não pretende nada, exceto lançar barcos que eventualmente alcancem outras ilhas. Barquinhos de papel.
domingo, 16 de novembro de 2014
sábado, 8 de novembro de 2014
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
sábado, 25 de outubro de 2014
sábado, 18 de outubro de 2014
terça-feira, 30 de setembro de 2014
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
violência nas escolas
Pesquisa põe Brasil em topo de ranking de violência contra professores
(aqui).
domingo, 3 de agosto de 2014
terça-feira, 29 de julho de 2014
quinta-feira, 24 de julho de 2014
terça-feira, 22 de julho de 2014
domingo, 20 de julho de 2014
Emily Dickinson
Deus tudo fez por um motivo,
E um plano deu às almas,
Nossa inferência é prematura,
Nossas premissas falsas.
God made no act without a
cause,
Nor heart without an aim,
Our inference is premature,
Our premises to blame.
DICKINSON, Emily. A branca voz da solidão. Trad. José Lira.
São Paulo: Iluminuras, 2011, p.154-155.
sexta-feira, 11 de julho de 2014
quarta-feira, 9 de julho de 2014
sexta-feira, 4 de julho de 2014
terça-feira, 1 de julho de 2014
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Assinar:
Postagens (Atom)


