Gosto de imaginar que ilhas significam-se ― fazem-se dizer por signos ― mediante barcos que se aventuram nas águas que as separam, mas também as unem: as águas podem ser oceânicas ou simples veredas, salgadas ou doces, profundas, turbulentas e mais difíceis de navegar, ou arroios cristalinos que escorrem transparentes entre pedras e vegetação de grande frescor. Os barcos, as palavras. E tudo o mais que diz respeito à palavra afeto, no sentido de afetar, atravessar. Escrever e ler são pontas de ilhas que se fazem significar ― os trajetos dependem dos barcos, das ilhas, das águas que as separam. Este blog não pretende nada, exceto lançar barcos que eventualmente alcancem outras ilhas. Barquinhos de papel.


domingo, 25 de agosto de 2013

alguns trabalhos premiados no 40º Salão Internacional de Humor de Piracicaba (SP)

Trabalho de José Antonio Costa Jota A (Brasil), vencedor na categoria tiras

Trabalho de Rafael Correa (Brasil), menção honrosa em charge

Trabalho de Angel Boligan (México), vencedor do prêmio temático de futebol

Trabalho de Goran Divac (Sérvia), vencedor da categoria cartum e do Troféu Zélio de Ouro

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