Gosto de imaginar que ilhas significam-se ― fazem-se dizer por signos ― mediante barcos que se aventuram nas águas que as separam, mas também as unem: as águas podem ser oceânicas ou simples veredas, salgadas ou doces, profundas, turbulentas e mais difíceis de navegar, ou arroios cristalinos que escorrem transparentes entre pedras e vegetação de grande frescor. Os barcos, as palavras. E tudo o mais que diz respeito à palavra afeto, no sentido de afetar, atravessar. Escrever e ler são pontas de ilhas que se fazem significar ― os trajetos dependem dos barcos, das ilhas, das águas que as separam. Este blog não pretende nada, exceto lançar barcos que eventualmente alcancem outras ilhas. Barquinhos de papel.
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terça-feira, 13 de maio de 2014
domingo, 23 de março de 2014
domingo, 23 de fevereiro de 2014
domingo, 22 de dezembro de 2013
sábado, 13 de julho de 2013
sábado, 11 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
sábado, 5 de maio de 2012
domingo, 1 de abril de 2012
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Learningo to Fly: Pink Floyd
Aqui num vídeo imperdível: "Can I escape this irresistible grasp?"
Manda muito a bateria, e a sonoridade é mesmo irresistível.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
learning to fly - a flight of fancy on a windswept field
Em muitos sentidos, estou aprendendo a voar. E quanto mais voo (e vou), mais quero ir (e voar). Se fosse possível me traduzir numa música, esta seria minha tradução hoje. Meu desejo absurdo de voar, de aprender a voar. A sonoridade dessa música é uma alma em tensão aprendendo a voar (basta ouvir).
terça-feira, 13 de julho de 2010
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