Gosto de imaginar que ilhas significam-se ― fazem-se dizer por signos ― mediante barcos que se aventuram nas águas que as separam, mas também as unem: as águas podem ser oceânicas ou simples veredas, salgadas ou doces, profundas, turbulentas e mais difíceis de navegar, ou arroios cristalinos que escorrem transparentes entre pedras e vegetação de grande frescor. Os barcos, as palavras. E tudo o mais que diz respeito à palavra afeto, no sentido de afetar, atravessar. Escrever e ler são pontas de ilhas que se fazem significar ― os trajetos dependem dos barcos, das ilhas, das águas que as separam. Este blog não pretende nada, exceto lançar barcos que eventualmente alcancem outras ilhas. Barquinhos de papel.


quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

frase do dia

"Eu nunca vi um Chester vivo."

4 comentários:

Jamil P. disse...

boa! :)

bom natal

Mariana disse...

obrigada, pra você também.

Jamil P. disse...

"Achar um Chester é fácil. Difícil é achar um ovo de Chester."

http://super.abril.com.br/alimentacao/chester-626343.shtml

sonia disse...

Nem Roberto Carlos de bermuda, nem filho de prostituta chamado Jr., nem enterro de anão, e por aí vai... rsrsrs