Gosto de imaginar que ilhas significam-se ― fazem-se dizer por signos ― mediante barcos que se aventuram nas águas que as separam, mas também as unem: as águas podem ser oceânicas ou simples veredas, salgadas ou doces, profundas, turbulentas e mais difíceis de navegar, ou arroios cristalinos que escorrem transparentes entre pedras e vegetação de grande frescor. Os barcos, as palavras. E tudo o mais que diz respeito à palavra afeto, no sentido de afetar, atravessar. Escrever e ler são pontas de ilhas que se fazem significar ― os trajetos dependem dos barcos, das ilhas, das águas que as separam. Este blog não pretende nada, exceto lançar barcos que eventualmente alcancem outras ilhas. Barquinhos de papel.


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

dieta para 2015

Água, Café, Chocolate e Vinho.

4 comentários:

Jamil P. disse...

faltou o queijo, minha cara :)

Mariana disse...

o queijo, a berinjela e o inhame :)

Jamil P. disse...

hoje fui à quitanda, vi inhame, lembrei de você, comprei! :) alguma sugestão/receita de preparo? nunca fiz

Mariana disse...

:) legal

eu faço assim: corto em cubos (tomando cuidado para não se cortar, pois após a retirada da casca fica escorregadio), desprezando a parte "aguada" da raiz de inhame (lado oposto à parte branquinha); em seguida, refogo a cebola branca com óleo ou azeite, jogo o inhame, acrescento água e sal e o resto é com a panela e o fogão. Receita simples do dia a dia.