Gosto de imaginar que ilhas significam-se ― fazem-se dizer por signos ― mediante barcos que se aventuram nas águas que as separam, mas também as unem: as águas podem ser oceânicas ou simples veredas, salgadas ou doces, profundas, turbulentas e mais difíceis de navegar, ou arroios cristalinos que escorrem transparentes entre pedras e vegetação de grande frescor. Os barcos, as palavras. E tudo o mais que diz respeito à palavra afeto, no sentido de afetar, atravessar. Escrever e ler são pontas de ilhas que se fazem significar ― os trajetos dependem dos barcos, das ilhas, das águas que as separam. Este blog não pretende nada, exceto lançar barcos que eventualmente alcancem outras ilhas. Barquinhos de papel.


sábado, 14 de abril de 2012

amanhã bob cantará aqui

Não irei. No entanto, não me é indiferente sua passagem pelo Rio de Janeiro, num show de custo, para meu orçamento e minhas pretensões, elevado. Mas isso é o argumento superficial. A verdade é que pouco me interesso por shows, seja de quem for, no que devo estar perdendo muito. Azar. O fato é que amanhã à noite ele estará bem pertinho, a menos de 10 km (cerca de meia hora num trânsito livre de domingo à noite). Vai se apresentar no Citibank Hall, av. Ayrton Senna, oficialmente Barra da Tijuca, mas coladinho a Jacarepaguá.

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