Gosto de imaginar que ilhas significam-se ― fazem-se dizer por signos ― mediante barcos que se aventuram nas águas que as separam, mas também as unem: as águas podem ser oceânicas ou simples veredas, salgadas ou doces, profundas, turbulentas e mais difíceis de navegar, ou arroios cristalinos que escorrem transparentes entre pedras e vegetação de grande frescor. Os barcos, as palavras. E tudo o mais que diz respeito à palavra afeto, no sentido de afetar, atravessar. Escrever e ler são pontas de ilhas que se fazem significar ― os trajetos dependem dos barcos, das ilhas, das águas que as separam. Este blog não pretende nada, exceto lançar barcos que eventualmente alcancem outras ilhas. Barquinhos de papel.


terça-feira, 28 de agosto de 2012

peixinhos do mar (por violeiros do brasil): lindíssimo

2 comentários:

Helena disse...

Lindo Mariana! Tão lindo, que vou roubar assim que estiver com acesso ao meu computador.
Beijo

Mariana disse...

Cara Helena, esteja em casa!

Beijo carinhoso, cheio de auroras.