Gosto de imaginar que ilhas significam-se ― fazem-se dizer por signos ― mediante barcos que se aventuram nas águas que as separam, mas também as unem: as águas podem ser oceânicas ou simples veredas, salgadas ou doces, profundas, turbulentas e mais difíceis de navegar, ou arroios cristalinos que escorrem transparentes entre pedras e vegetação de grande frescor. Os barcos, as palavras. E tudo o mais que diz respeito à palavra afeto, no sentido de afetar, atravessar. Escrever e ler são pontas de ilhas que se fazem significar ― os trajetos dependem dos barcos, das ilhas, das águas que as separam. Este blog não pretende nada, exceto lançar barcos que eventualmente alcancem outras ilhas. Barquinhos de papel.


terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

manhã

4 comentários:

sonia disse...

Nossa, que show! Vou pedir emprestada uma foto para colocar em meu fundo de tela. :)

Mariana disse...

:)

Edson Coelho disse...

Magnífico! eu sou apaixonado por essas cores no céu!

Mariana disse...

Sim, Edson, o céu é mesmo esplêndido. Veja essas imagens da BBC:

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/02/130215_galeria_leitores_ceu2.shtml