Gosto de imaginar que ilhas significam-se ― fazem-se dizer por signos ― mediante barcos que se aventuram nas águas que as separam, mas também as unem: as águas podem ser oceânicas ou simples veredas, salgadas ou doces, profundas, turbulentas e mais difíceis de navegar, ou arroios cristalinos que escorrem transparentes entre pedras e vegetação de grande frescor. Os barcos, as palavras. E tudo o mais que diz respeito à palavra afeto, no sentido de afetar, atravessar. Escrever e ler são pontas de ilhas que se fazem significar ― os trajetos dependem dos barcos, das ilhas, das águas que as separam. Este blog não pretende nada, exceto lançar barcos que eventualmente alcancem outras ilhas. Barquinhos de papel.


domingo, 10 de fevereiro de 2013

my sweet lord

2 comentários:

sonia disse...

dos Beatles, ele é quem mais eu sempre curti. Até lembra um pouco Jesus Cristo :)
Obrigada por compartilhar!

Mariana disse...

Sônia, esta versão-homenagem também está muito bonita, e o filho dele toca.

http://www.youtube.com/watch?v=ELOe3f-hihc

Dos Beatles, eu gosto dele, do Paul e do Lennon, nesta ordem. Não deu tempo do gostar dos Beatles como eles merecem ser gostados.