Gosto de imaginar que ilhas significam-se ― fazem-se dizer por signos ― mediante barcos que se aventuram nas águas que as separam, mas também as unem: as águas podem ser oceânicas ou simples veredas, salgadas ou doces, profundas, turbulentas e mais difíceis de navegar, ou arroios cristalinos que escorrem transparentes entre pedras e vegetação de grande frescor. Os barcos, as palavras. E tudo o mais que diz respeito à palavra afeto, no sentido de afetar, atravessar. Escrever e ler são pontas de ilhas que se fazem significar ― os trajetos dependem dos barcos, das ilhas, das águas que as separam. Este blog não pretende nada, exceto lançar barcos que eventualmente alcancem outras ilhas. Barquinhos de papel.


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

outro grande momento do dvd Pietá (canção de lô e márcio borges)

2 comentários:

Luiz disse...

Adoro esse trabalho do Milton [Pietà] e entro em êxtase ao escutar A feminina voz do cantor.

Ps. Adorei essa sua nova foto.

Um abraço!

Mariana disse...

O Milton é praticamente um patrimônio nosso. Não conhecia Pietá, trabalho maravilhoso, mas tenho escutado muito outros trabalhos dele. Recomendo particularmente o CD Tudo que você podia ser, em que o coração americano parece pulsar com mais força.

http://www.submarino.com.br/produto/110122156/cd-milton-nascimento-tudo-que-voce-podia-ser

Sobre a foto, obrigada. Viajar é mais.

http://www.youtube.com/watch?v=0hIkFkr2Kqw

Abraço!